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Colecção Permanente Telo de Morais

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Data e Hora

Permanente, das 10:00 às 18:00

Local

Museu Municipal de Coimbra/Edifício Chiado

Lotação

Não definido

Página oficial
http://www.facebook.com/edificiochiado

Preços
Geral 1.8€
Estudante e > 60 anos 1.2€
Crianças até 12 anos 0.0€
4.º Sábado de cada mês 0.0€
Grupos (estabelecimento de ensino e colectividades) desde que inscritos previamente. 0.0€

Organização

Museu Municipal de Coimbra

Descrição

O espaço cultural alberga um valioso acervo artístico coleccionado ao longo de mais de quatro décadas, doado à Cidade de Coimbra pelo casal Maria Emília e José Carlos Telo de Morais.

O acervo do Museu consta de seis núcleos – pintura, mobiliário, cerâmica, escultura, pratas e outras peças heterogéneas – distribuídos pelos três andares do edifício, destinando-se o rés-do-chão à realização de exposições temporárias.

Do conjunto de obras de pintura expostas, destacam-se as dos autores portugueses do séc. XIX e da primeira metade do séc. XX e, ainda, um pequeno grupo de obras alusivas à temática religiosa, dos séculos XVII e XVIII.

O mobiliário, português e indo-português, transporta o visitante aos séculos XVII e XVIII, merecendo destaque: um contador, um ventó, uma cama filipina e uma rara cadeira de escritório, época de D. José. Do séc. XVI realce-se, ainda, um cofre de arte Namban, do período Momoyama.

No que respeita à cerâmica, embora marque presença um grupo de cerâmica europeia, do séc. XVI, é a cerâmica chinesa que predomina no Museu.

O visitante poderá apreciar peças de porcelana chinesa, das dinastias Ming e Qing, e algumas peças do séc. XIX. No conjunto da China distinguem-se algumas peças raras e uma, da dinastia Yuan, aquamanil em forma de leão, considerada raríssima.

O núcleo de escultura é composto, quase na totalidade, por arte sacra. Além de esculturas em relevo de Espanha (madeira), Flandres (alabastro) e China (madrepérola), todas as restantes, de madeira, barro ou marfim, são portuguesas ou indo-portuguesas.

Do conjunto de pratas, releva-se um conjunto diversificado dos Séculos XVIII e XIX, de que merece especial menção uma salva da baixela de D. João V, um par de castiçais de da mesma época, um serviço de chá “bico de pato” e um paliteiro de formato invulgar.

MUSEU MUNICIPAL ENCERRA DOMINGO, SEGUNDA-FEIRA E FERIADOS